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Justiça
Postada em 09/07/2026 09:35 | Atualizada em 09/07/2026 10:59 | Por Todo Segundo

Mutirão do Júri combate à impunidade com 11 julgamentos em Palmeira

Em julho, acusados de homicídios e tentativas de homicídio enfrentarão o Conselho de Sentença
Mutirão do Júri reforça combate à impunidade com 11 julgamentos em Palmeira - Foto: Todo Segundo / Arquivo

A Justiça deu início, nesta quarta-feira (8), ao mutirão do Tribunal do Júri em Palmeira dos Índios com a realização do primeiro julgamento da força-tarefa. Na sessão, dois acusados de tentativa de homicídio foram condenados. A iniciativa, coordenada pela 4ª Vara Criminal do município com apoio do Ministério Público de Alagoas (MPAL), prevê a realização de 11 julgamentos ao longo do mês de julho, envolvendo crimes contra a vida.

Os júris ocorrerão sempre às terças, quartas e quintas-feiras. Durante esse período, acusados de homicídios consumados, tentativas de homicídio e outros crimes de competência do Tribunal do Júri sentarão no banco dos réus para serem julgados pelo Conselho de Sentença.

A força-tarefa reúne magistrados, servidores do Judiciário, representantes do Ministério Público, advogados e demais profissionais que atuam nas sessões, com o objetivo de reduzir o número de processos pendentes e garantir maior celeridade na prestação jurisdicional.

Pelo Ministério Público de Alagoas, atuarão nas sessões os promotores de Justiça João de Sá Bomfim Filho, Fábio Bastos e Lucas Mascarenhas, responsáveis pela sustentação das acusações nos julgamentos.

O mutirão representa um esforço concentrado do Poder Judiciário para destravar processos que aguardavam julgamento e fortalecer a resposta do sistema de Justiça aos crimes mais graves. A expectativa é de que as sessões contribuam para assegurar o direito das vítimas e de seus familiares, além de reforçar o combate à impunidade.

Os julgamentos serão públicos e seguirão o rito previsto na legislação brasileira, permitindo que o Conselho de Sentença decida, com base nas provas apresentadas durante as sessões, pela condenação ou absolvição dos réus.

Ao longo do mês de julho, a população acompanhará uma sequência de julgamentos considerados relevantes para a segurança pública da região, em uma mobilização que busca dar maior efetividade à Justiça e oferecer uma resposta concreta à sociedade diante de crimes que atingem diretamente o direito à vida.

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