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Justiça
Postada em 26/03/2026 22:13 | Por Todo Segundo

Justiça mantém preso policial suspeito de matar alagoana em Sergipe

Após alta médica, acusado passou por audiência de custódia e foi levado a presídio militar
Flávia Barros, vítima de feminicídio, e Tiago Sóstenes, suspeito do crime em hotel de Sergipe - Foto: Reprodução

A Justiça de Sergipe decidiu manter a prisão do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, apontado pelas investigações como autor do feminicídio da empresária alagoana Flávia Barros, de 38 anos.

O crime ocorreu no último domingo (22), dentro de um quarto de hotel em Aracaju, onde a vítima foi morta a tiros. Segundo a polícia, a arma utilizada pertencia ao próprio suspeito.

Após dias internado, Tiago recebeu alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) na quarta-feira (25). De acordo com a investigação, ele tentou tirar a própria vida logo após o crime e precisou passar por procedimento cirúrgico.

Com a liberação médica, o policial penal foi encaminhado ao presídio militar de Sergipe. Já nesta quinta-feira (26), ele passou por audiência de custódia, quando a Justiça decidiu manter a prisão.

Tiago, de 37 anos, ocupava o cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, na Bahia, mas foi exonerado da função na terça-feira (24). A decisão foi oficializada pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização e publicada no Diário Oficial do Estado.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades de Sergipe, enquanto a morte da empresária, natural de Alagoas, continua gerando forte repercussão na região.

O CASO

A empresária alagoana Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros dentro de um quarto de hotel em Aracaju, no último domingo (22).

Segundo as investigações da Polícia Civil de Sergipe, o principal suspeito do crime é o policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, que mantinha um relacionamento com a vítima. A apuração aponta que a arma utilizada no assassinato era funcional e pertencia ao próprio suspeito.

Os dois haviam viajado juntos para a capital sergipana no fim de semana, onde participariam de um evento musical. Após o crime, Tiago tentou tirar a própria vida com um disparo de arma de fogo e foi socorrido, sendo encaminhado ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde passou por cirurgia.

Flávia Barros era natural de Piranhas e morava em Paulo Afonso. O corpo foi velado na cidade onde residia e, em seguida, levado para Canindé de São Francisco, onde foi sepultado na segunda-feira (23).

O caso é tratado como feminicídio e segue sob investigação.

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