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Justiça
Postada em 31/07/2026 14:23 | Atualizada em 31/07/2026 14:43 | Por Todo Segundo

Mutirão do Júri termina com 7 condenações e penas de até 15 anos em Palmeira

Ministério Público participou da força-tarefa sobre os processos envolvendo os crimes contra a vida
Mutirão do Júri leva 11 processos a julgamento e termina com 7 condenações - Foto: Todo Segundo / Arquivo

O mutirão do Tribunal do Júri realizado pela 4ª Vara Criminal de Palmeira dos Índios terminou com sete condenações, uma absolvição e três sessões redesignadas. Ao todo, foram 11 julgamentos durante a força-tarefa, que concentrou processos envolvendo crimes contra a vida e levou acusados ao banco dos réus.

A ação teve início no dia 8 de julho e contou com a participação do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPEAL), que atuou na acusação durante as sessões. Os promotores de Justiça João de Sá Bomfim Filho, Fábio Bastos e Lucas Mascarenhas participaram dos julgamentos realizados ao longo do mutirão.

O balanço mostra que a maioria dos processos julgados terminou com condenação. Entre os resultados, estão penas que variaram de 6 a 15 anos e seis meses de reclusão, aplicadas conforme as circunstâncias e os crimes analisados em cada processo.

Condenações

Entre os processos que resultaram em condenação estão:

  • 0700434-64.2024.8.02.0069 — 8 anos de reclusão;
  • 0000240-57.2014.8.02.0069 — 11 anos de reclusão;
  • 0701446-03.2015.8.02.0046 — 15 anos e seis meses de reclusão;
  • 0800157-38.2018.8.02.0046 — 6 anos de reclusão;
  • 0000722-35.2018.8.02.0046 — 13 anos, 11 meses e quatro dias de reclusão;
  • 0701042-10.2019.8.02.0046 — 9 anos, 10 meses e oito dias de reclusão;
  • 0700857-74.2016.8.02.0046 — 10 anos de reclusão.

O resultado representa uma mobilização concentrada do sistema de Justiça para dar andamento a processos que envolvem crimes de competência do Tribunal do Júri. Com a atuação do Ministério Público, os casos foram levados ao Conselho de Sentença, responsável por decidir sobre a responsabilidade dos acusados nos julgamentos.

Atuação do Ministério Público

O Ministério Público teve papel de destaque durante o mutirão, participando diretamente das sessões e apresentando aos jurados as teses de acusação em cada processo.

A atuação dos promotores João de Sá Bomfim Filho, Fábio Bastos e Lucas Mascarenhas contribuiu para o andamento da força-tarefa, que terminou com sete condenações em 11 sessões, além de uma absolvição e três redesignações.

Mais do que números, o encerramento do mutirão representa o avanço de processos que aguardavam julgamento e uma resposta do sistema de Justiça para vítimas, familiares e para a própria sociedade.

A força-tarefa também reforça a importância da atuação conjunta entre Judiciário e Ministério Público na tramitação dos processos relacionados aos crimes contra a vida, garantindo que os casos sejam submetidos ao julgamento previsto pela legislação.

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