
A apoderação amparada pela complacência.
Quando trata-se de Copa do Mundo, eu compreendi, desde que me entendo por gente, que é um evento que traz consigo o sinônimo de unidade. Uma festa para unir países, povos, crenças, etnias e torcidas.
Antes mesmo da bola rolar, toda esta essência foi deixada de lado. Ao invés da receptividade, a intimidação.
O que estamos acompanhando nos Estados Unidos, é a falência dos princípios do Mundial. Tudo isso com o aval da FIFA.
A mesma FIFA que em outras edições cobrou e fez exigências até mesmo com interferências quase que diretas na soberania de países-sedes. Quem não se lembra de 2010m na África do Sul e em 2014, no Brasil? Pois é.
Em outros tempos neutra, hoje bem conivente. Certamente por interesses políticos de quem a preside neste momento. O grande amigo de Donald Trump: Gianni Infantino.
Jogadores de seleções africanas tratados como criminosos em suas chegadas, o melhor árbitro do continente africano mandado de volta para casa mesmo possuindo passaporte diplomático, repórter do Iraque com o visto válido imoedido de entrar no país, a seleção do Irã impedida de se prepaparar em solo estadunidense, entre outras bizarrices promovidas pela política de imigração dos EUA.
Episódios tristes, preocupantes e revoltantes. De fato. No entanto, tudo isso diante da subservência da "Federação Máxima". Aquela que deveria cuidar do futebol.
A Copa deveria unir nações, não segregar, perseguir, humilhar, desrespeitar e atacar.
O maior campeonato de futebol do planeta, esperado por tanta gente, infelizmente, foi usurpado. Sob os olhares, apoio, conivência e aval da FIFA.

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