
A madrugada deste domingo (15), amanheceu mais silenciosa para o jornalismo de Alagoas. Morreu, aos 58 anos, em Maceió, o jornalista e repórter cinematográfico André Feijó de Lima, vítima de um infarto fulminante.
Com uma trajetória marcada por dedicação à reportagem de campo, André passou mais de três décadas registrando acontecimentos que ajudaram a contar a história recente do estado. Durante cerca de 30 anos, integrou a equipe da TV Gazeta de Alagoas, onde se destacou como repórter cinematográfico, sempre presente em coberturas importantes e reconhecido pela parceria com jornalistas e repórteres nas ruas.
Em 2004, ele iniciou uma nova fase profissional ao ingressar na TV Educativa de Alagoas, ampliando sua atuação para além do jornalismo diário. No novo espaço, passou também a se dedicar à produção de documentários e conteúdos especiais, contribuindo para preservar memórias e histórias importantes do estado.
Entre os trabalhos que desenvolvia mais recentemente estava a reedição de um documentário sobre o jornalista Jayme Miranda, assassinado durante a ditadura militar em 1975 — um projeto que buscava resgatar e manter viva a memória de um dos episódios mais marcantes da história do jornalismo alagoano.
A morte de André Feijó deixa colegas, amigos e familiares consternados, além de um legado construído com dedicação à informação e à imagem que ajudou a narrar acontecimentos importantes de Alagoas.
O velório ocorreu na residência da família, no bairro Chã de Bebedouro, em Maceió. O sepultamento aconteceu às 16h deste domingo (15), no Cemitério São Luiz.

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