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Postada em 05/05/2026 23:31 | Atualizada em 05/05/2026 23:38 | Por Todo Segundo

ASA perde Sammuel, peça-chave em desafio decisivo contra o Sport

Meio-campista está suspenso e desfalca o time em duelo desta quarta-feira
ASA perde Sammuel, peça-chave em desafio decisivo contra o Sport pela Copa do Nordeste - Foto: ASA

O ASA entra em campo nesta quarta-feira, às 21h30, carregando um desafio duplo na Ilha do Retiro: enfrentar o forte Sport e superar um desfalque que mexe diretamente na engrenagem do time. O duelo, válido pelas quartas de final da Copa do Nordeste, é eliminatório e não permite erro — qualquer vacilo pode custar a temporada.

A principal preocupação do técnico Itamar Schülle está no meio-campo. Suspenso, Sammuel está fora justamente em um dos jogos mais importantes do ano. A ausência do jogador tira do ASA uma peça-chave na transição e na organização das jogadas, exigindo uma mudança de postura da equipe, que precisará se reinventar para manter competitividade fora de casa.

Se por um lado perde consistência no setor de criação, por outro o ASA tenta se reequilibrar com retornos importantes. O zagueiro Jackson e os laterais Wesley e Arthuzinho voltam a ficar disponíveis após período no departamento médico, reforçando o sistema defensivo e dando mais segurança ao time em um cenário de pressão.

Mesmo assim, o impacto do desfalque é evidente. Sem Sammuel, o meio-campo precisa ganhar intensidade e marcação para compensar a perda técnica. A tendência é de um ASA mais cauteloso, apostando em transições rápidas e bolas longas para surpreender o adversário.

No ataque, outra baixa pesa: lesionado, Wandson também não joga. A responsabilidade ofensiva deve cair sobre Jaílson, que ganha nova oportunidade, ao lado de Alex Bruno, em uma missão clara — ser eficiente nas poucas chances que surgirem.

A provável escalação do ASA tem: Rafael Mariano; Paulinho, Cristian Lucca, Danilo Mendes (Jackson) e Arthuzinho (Wesley); Vitão (Higor Leite), Allef, Richard Franco e Motta; Jaílson e Alex Bruno.

Do outro lado, o Sport chega embalado e com força máxima, o que aumenta ainda mais o grau de dificuldade para o time alagoano. Em jogo único, o cenário é simples e cruel: quem vencer avança; empate leva a decisão para os pênaltis.

Para o ASA, mais do que enfrentar o adversário, será preciso vencer as próprias limitações. Em uma noite decisiva, superar o desfalque pode ser o primeiro passo para tentar escrever um capítulo histórico fora de casa.

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